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Quem é Yasmin Santos, a cantora de ‘Saudade nível hard’ que sempre é confundida com Marília Mendonça

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“Achava que era a Marília Mendonça quem cantava essa música”. Comentários nessa linha são os mais comuns nos vídeos de Yasmin Santos, cantora de 20 anos que cresce no rastro deixado pelo feminejo – movimento que marcou a música do país em 2016.

Seu tom de voz lembra muito o da rainha da sofrência. E também sua postura no palco, suas letras sobre desilusões e traições, com certo teor alcoólico.

Em uma festa de aniversário de Rafaella Santos, irmã de Neymar, ela já chegou a ser confundida com Marília. “Rafa postou um vídeo do show no Instagram e uma emissora de TV exibiu, dizendo que a festa teve, entre os convidados, Marília Mendonça. Mas ela nem estava lá”, diverte-se ao lembrar, em entrevista ao G1.

A cantora jura que a confusão frequente não incomoda. Diz ver Marília como ídolo “como artista e como ser humano”. “Para mim, é uma honra ser comparada a ela”. Mas também nega o esforço para tentar imitar sua maior referência. “Sempre foi tudo natural, nunca forcei.”

Cara a cara, as duas só se viram uma vez, em um encontro rápido no camarim, no ano passado. “A gente se segue nas redes sociais, conversa por direct [mensagens privadas]”, conta.

Marília já chegou a postar um vídeo cantando “Saudade nível hard”, música mais famosa de Yasmin. A letra é puro coração partido:

“Tá sobrando vontade, tá faltando coragem / Não aguentei, apelei pra bebida / Vou pedir arrego pra voltar pra sua vida.”

“As letras falam do que as pessoas passam hoje. Então elas se identificam. Mas também acontece de a pessoa nem estar sofrendo e passar a sofrer só pra curtir a música”, brinca.

Sertanejo à beira da praia

Foi com a ajuda indireta de Marília que Yasmin passou de cantora de bares do litoral de São Paulo a promessa do sertanejo, com milhões de visualizações no YouTube.

Ela chamou a atenção de empresários e de sua atual gravadora ao publicar um vídeo cantando “Amante não tem lar”, de Marília. “Postei umas 19h e, no dia seguinte, o vídeo bateu 2 milhões de visualizações em 24 horas”, lembra. “Foi aí que tudo começou a acontecer de verdade.”

Yasmin é do Guarujá e, ainda criança, aprendeu sozinha a tocar violão com sucessos da MPB e do rock nacional – que, na época, bombava na Baixada Santista com Charlie Brown Jr. Aos 12, passou a se afeiçoar pelo sertanejo.

Aos 17, já tocava em bares da região, com o gênero, geralmente associado ao campo, já consolidado na praia. “Hoje, entre as atrações da noite no litoral, tem sempre que ter uma de sertanejo e uma de pagode”, explica.

Com a aceitação, ela passou a abrir shows maiores, como os de Henrique e Juliano, Simone e Simaria e Raça Negra.

Com dois EPs lançados, prepara agora um disco com 14 faixas, com previsão de lançamento no fim do ano, e cumpre uma agenda de 15 shows por mês, em média. Tudo isso enquanto sonha com uma parceria com sua gêmea de voz. Fica aqui a campanha: aceita, Marília!

 Fonte: G1.com

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